FELIZ DIA DA CRIANÇA, CRIANÇADA, GRANDE POR FORA!!

CENTENAS DE NÓS MULHERES E HOMENS temos um corpo fora do padrão que a moda exige, e que a sociedade preconceituosa reprova. Para tentar melhorar isso estamos aqui procurando pela nosso lugar junto a sociedade.
Podemos ser: obesas, gordas, gordinhos, cheiinhas ou magras, magrinhos ou bem magrinhas não importa como somos, importa como estamos.
Mas nessa mesma proporção temos: emoção, pele, coração, somos pessoas guerreiras, tenazes, choramos, lutamos, rimos, cansamos.
Somos heróis por que fazemos três turnos de serviço, hoje em dia vários homens fazem também, dois no emprego um em casa e as vezes ainda nos perguntam:
___Cansou de quê?
Algumas pessoas ainda não entenderam que somos humanos.
Por isso aqui no site, o álbum:
PESSOAS CHEIAS DE CHARME...
FOCADO EM NÓS, QUE: COZINHAMOS, PROFESSORES, GARIS, DOMÉSTICAS, COSTUREIRAS E COSTUREIROS, BORDADEIRAS, MÉDICAS, MÉDICOS, ENFERMEIRAS(OS) FAXINEIRAS (OS), BABAS, LAVADEIRAS, DENTISTAS, EMPRESÁRIAS (OS), POBRES, COM FILHOS, SEM FILHOS, MULHERES E HOMENS MILITARES, EM FIM DONOS E DONAS DE CASA, DA FAMÍLIA
POR QUE ATÉ QUANDO: COZINHANDO, LAVANDO, PASSANDO, DANÇANDO, CUIDANDO DA FAMÍLIA, DO NAMORADO, DOS AMIGOS E AINDA MESMO CHORANDO, TEMOS O NOSSO IT, A NOSSA TENACIDADE, A NOSSA GRAÇA, O NOSSO CHARME!
SIMPLES ASSIM!
HOMENS GENTIS, CAVALHEIROS, EDUCADOS, NÓS AMAMOS ESSAS QUALIDADES. E SABEMOS TAMBÉM QUE TEM MUITOS HOMENS ENFRENTANDO O MESMO PROBLEMA QUE NÓS MULHERES, SUBIR NA BALANÇA E VER O PONTEIRO IR, IR E IR .ATÉ ATINGIR 90, 100, 150 KGS.
E FAZER O QUE QUANDO ISSO ACONTECE? PROCURAR AJUDA, FAZER AMIZADES,
PARA ISSO ESTAMOS AQUI PARA TROCAR IDEIAS,
SEJAM BEM-VINDOS TAMBÉM OS HOMENS QUE ESTÃO OU NÃO ACIMA DO PESO!!
ENCERRANDO O DOMINGO DA PÁSCOA
ARTIGO DA CONTRA PAUTA;
http://www.contrapauta.com.br/
“Viado!”. Essa foi a primeira palavra que ouvi quando entrei pelo portão da escola em 1979. Minha merendeira era rosa com branco, porque minha mãe comprou numa promoção que vendiam duas juntas uma para mim e uma para minha irmã, era o máximo que ela podia fazer, tendo sete filhos em idade escolar. Decorei a palavra para pesquisar num dicionário de capa preta que tinha na casa da minha vizinha, Dona Tereza. Sim, eu já sabia ler e escrever, pois como não tínhamos brinquedos, minha irmã Mara brincava de escolinha comigo e meu irmão Edson me obrigava ler os quadrinhos Tex.
Alguns anos depois minha professora de Educação Física não me deixava fazer nenhum esporte. Dizia “isso é coisa pra macho, você é muito mole”. Me fez escrever ‘maços’ e ‘maços’ de “papel almaço” sobre voleibol, basquetebol, futebol e alguns outros esportes que nunca ouvira falar. Escrevia por horas, só porque não conseguia chutar uma bola. Naquela época meu www se chamava Barsa.
Não pude fazer primeira comunhão, não tinha roupa branca. A catequizadora disse que a igreja já tinha pobres demais. Minha professora de Português, na mesma época, me fez ler dezessete livros num ano, ela me disse “ao menos quando seu patrão mandar você ler a lista telefônica você vai saber”. Lembro-me de ter lido um tal de Umberto Eco, “O Nome da Rosa”. Um dia desmaiei na sala de aula porque a professora disse na frente de todos que meu pai era alcoólatra, e isso me matava por dentro. Mas depois dos meus doze ele parou, foi embora muito cedo, mas deu tempo de amá-lo. Quando eu tentava levantá-lo do chão, bêbado, ele me dizia “não vá para a escola, você não precisa dela para aprender” E no pé do ouvido “eles metem bobagens na sua cabeça”. Recebi muitos títulos para entender o que ele, alcoólatra e filósofo existencialista já sabia.
Miravam aquela figura esquálida, bisonha e pobre que eu era de cima a baixo e podia ler nos seus olhos “isso não vai dar em nada nessa vida”. Segundo grau noturno público. Graduação pública sem um centavo no bolso. Até hoje vejo os três livros do Janson que nunca pude comprar e passo direto, talvez um dia supere isso. Eu precisava ser o melhor, não tinha escolha. No mesmo ano que me graduei passei no mestrado. Fiz público, assim como o mestrado, na sequência, o doutorado e, sem falar outra língua e com seis parafusos na coluna, me lancei no deserto do Texas onde, sozinho, sem meus amigos, meu amor, minha família, pensei “não dá para continuar, vou desistir, acho que tudo termina aqui, já cheguei longe o bastante, até aqui tá bom”. Liguei para minha mãe. Não, não dá para narrar essa conversa. Um ano depois dessa ligação defendi uma Tese sobre a qual me disseram com todas as letras: B-R-I-L-H-A-N-T-E. Doutor João Porto, muito prazer.
Essa semana uma aluna, que a mãe cisma que vai enfiar a cabeça dela na privada, me disse que vai ser advogada. Olhei bem para aquela figura esguia, sobre quem muitos diriam “não vai dar em nada na vida”. Ela nem tem o que comer. Essa favela e sua violência vão engoli-la. De vez em quando reclama que estão rindo do seu tênis furado. O pai está preso. Drogas. Come avidamente a merenda oferecida pela escola como se fosse a única comida do dia. Já a vi chorando, como já a vi sorrindo. Talvez ela não vire mesmo advogada, talvez ela tome outro rumo, como tantas outras, naquele bairro formado do descabimento da justiça social. Talvez ela engravide aos treze. Talvez a mãe dela a afogue mesmo, na privada. Talvez ela nunca leia um livro. Talvez algum professor a fira profetizando que, como negra, ela não tem muitas chances, talvez a escola “lhe meta bobagens na cabeça”. Porém na escola, e mesmo na vida, a palavra TALVEZ não dá suporte à palavra SUPERAÇÃO. Dentre todas as agruras e todos os “talvezes” escolares, é inegável que na escola – com suas falhas, seus acertos, seus atores, suas políticas, seus currículos atravessados e incompatíveis com as diferentes genialidades e seus diferentes ‘cem por cento’ – se dão os maiores exemplos de superação que nosso niilismo possa suportar.
Essa semana… bem, nessa semana uma aluna me disse que vai ser advogada. Então, uma aluna, de dez anos que não tem o que comer me disse que vai ser advogada. Uma aluna disse que vai ser advogada. Já sei, já escrevi isso inúmeras vezes… é porque não pretendo esquecer.
O NOSSO BATOM DE TODA HORA


O batom (do francês bâton) é um cosmético usado para dar cor aos lábios. Com ou sem brilho, realça a boca e é disponível em várias cores e marcas, adequando-se a diversos gostos.
História
O costume de colorir os lábios tem raízes no Egito.
As Esposas dos Faraós adormavam-se com um intuito de ficarem mais belas, recorrendo sempre ao tom vermelho, sexualmente apelativo, pois os lábios femininos tornam-se mais vermelhos depois de as mulheres serem excitadas.
Agora, pensar em maquiagem, é pensar em batons.
Durante toda a historia da humanidade, o batom foi considerado apenas como um instrumento de poder e manipulação fazendo com que as mulheres ficassem com cara de reprovação.
Na Grécia, no século II, havia lei impedia que as mulheres usassem batom antes do casamento.
Na Espanha do século VI, só usavam batom mulheres das classes mais nobres.
Em 1921, o batom ganhou o formato atual de estojo, e começou a ser comercializado em Paris.
MissPearl Pugsley, nos Estados Unidos, aos dezessete anos, foi notícia ao ter que retornar para casa, vinda do colégio, por utilizar batom.
O batom se tornou objeto do desejo e sucesso foi tamanho que em 1930 os batons dominaram o mercado americano e daí espalharam-se pelo mundo afora.
Há quem diga que o seu formato em bastão foi baseado na sexualidade feminina, nos mundos modernos foi baseado em forma do membro masculino para aumentar a sexualidade feminina e estimular as vendas com o formato inovador dando mais prazer em fazer uso do mesmo toda vez que pressiona o bastão para fora tocando-o em seus lábios.
FONTE WIKIPEDIA
HOJE É 18 DE MARÇO O DIA DO FÃ, O DIA DA FÃ ...
O seu dia pessoa desconhecida, gentil, compreensiva que atendendo um pedido meu vem aqui fazer sua visita. E sei que muitos se tornam fãs, deixando seu comentário e voltando outras vezes.
Só tenho agradecimentos, carinhos e responsabilidades em continuar postando aqui. Entendo que não é fácil manter um site com assuntos variados do porte desse.
Sabendo que tenho pessoas cativas aqui no site me incentiva e me obriga a ter essa responsailidade e preocupação tamanhas em continuar.
Hoje só agradecer a vocês que deixam seus afazeres e me dão a alegria de saber que dia 20 de março completamos 2 meses no ar e já temos mais de 4.400 visitas.
APLAUSOS, PALMAS PARA VOCÊS E OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA!!


COMENTÁRIO DO AMIGO Raimundo Felix do facebook, não poderia deixar lá... obrigada amigo pela fôrça !
, visitei sitye achei uma linda ciriação a música de um bom gosto a toda prova, os comentarios não poderiam serem mais originais,afinal você acertou em tudo, pois nesse mundo de hiprocrisias que em que vivemos, passamos por tudo e mais um pouco, e por todo tipo de descriminação, seja racial, de beleza e por ai vai lhe garanto uma coisa você está no caminho certo, vai fazer o maior sucesso, tenho certeza e não pare nunca adorei, tenho verdadeiro nojo por pessoas que descriminam as outras, seja por ela ser gorda, magra preta parda índio, seja de que crédulo for descriminação faz sempre mal, sou de família humilde, tenho travado uma luta muito grande para tentar vencer na vida, tudo que eu tenho agradeço a Deus pois se consegui foi com muita dificuldades, a caminha é muito longa mais um dia eu chego la,por isso é que eu me alegro em ver uma pessoa dar um depoimento desses, ou seja igual o que você publicou no seu site és uma mulher guerreira, pois se tudo isso está acontecendo em sua vida é porque Deus tem um projeto e vida para cada filho seu, e você foi contemplada pois ele disse assim agora Ana é a sua vez vai enfrente e faz tudo que tem que ser feito pois eu te ajudarei, um abraço desse amigo e sucesso.